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02/10/2009

Webdesigner - profissão ou hobby?





Pessoal, com todo respeito, ser webdesigner não basta querer, ter cursos, computador em casa, ver tutorial, ler revistas. Isso tudo são coisas que vocês devem ter como OBRIGAÇÃO DE FAZEREM. Para ser um webdesigner tem que possuir uma imaginação, criatividade para se fazer algo único. Continue lendo e confiram o vídeo anexo ao post...

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Sendo sincero, pessoal vocês tem a necessidade de expressar nas artes criadas seu pensamento, imaginação total, ter CRIATIVIDADE !!. se não possui isto abandonem o ramo pois de cópias a internet está cheia já.

Detalhe, webdesigner, ou seja, criar sites é fundamental que tenham conhecimento também em programação, seja ela PHP, ASP, JAVA, ou qualquer outra. Sempre surgirá a necessidade de um pequeno sistema pelo seu cliente e então vem a pergunta besta, porém necessária.

"Você sabe programar? ou somente cola figurinha?

Abaixo temos uma amostra do sentimento que ela demonstra ao perceber sua falta de capacidade em aprender e também interesse demonstrado.




Qualquer dúvida, comente.


06/09/2009

Leis a serem aprovadas no setor de informática


Para a preocupação de muitos e alívio de outros, o senado brasileiro e a camara de vereadores, se deparam com uma nova lei a ser aprovada ainda do qual aos senadores já se passou a votação e não irá voltar conforme entendi...

segue neste post uma parte (cópia) do arquivo .pdf que poderá ser encontrado online no endreço anexo ao post tbm .. boa leitura...

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O CONGRESSO NACIONAL decreta:
cm2008-23203
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Art. 1º É livre, em todo o território nacional, o exercício das
atividades de análise de sistemas e demais atividades relacionadas com a
informática, observadas as disposições desta Lei.
Art. 2º Poderão exercer a profissão de Analista de Sistemas no
país:
I – os possuidores de diploma de nível superior em Análise de
Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por
escolas oficiais ou reconhecidas;
II – os diplomados por escolas estrangeiras reconhecidas pelas
leis de seu País e que revalidarem seus diplomas de acordo com a legislação
em vigor;
III – os que, na data de entrada em vigor desta Lei, tenham
exercido, comprovadamente, durante o período de, no mínimo, cinco anos, a
função de Analista de Sistemas;
Art. 3º Poderão exercer a profissão de Técnico de Informática:
I – os portadores de diploma de ensino médio ou equivalente, de
Curso Técnico de Informática ou de Programação de Computadores, expedido
por escolas oficiais ou reconhecidas;
II – os que, na data de entrada em vigor desta Lei, tenham
exercido, comprovadamente, durante o período de, no mínimo, quatro anos, a
função de Técnico em Informática;
Art. 4º As atividades e atribuições dos profissionais de que trata
esta Lei consistem em:
I – planejamento, coordenação e execução de projetos de
sistemas de informação, como tais entendidos os que envolvam o
processamento de dados ou utilização de recursos de informática e
automação;
II – elaboração de orçamentos e definições operacionais e
funcionais de projetos e sistemas para processamento de dados, informática e
automação;
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III – definição, estruturação, teste e simulação de programas e
sistemas de informação;
IV – elaboração e codificação de programas;
V – estudos de viabilidade técnica e financeira para implantação
de projetos e sistemas de informação, assim como máquinas e aparelhos de
informática e automação;
VI – fiscalização, controle e operação de sistemas de
processamento de dados que demandem acompanhamento especializado;
VII – suporte técnico e consultoria especializada em informática
e automação;
VIII – estudos, análises, avaliações, vistorias, pareceres, perícias
e auditorias de projetos e sistemas de informação;
IX – ensino, pesquisa, experimentação e divulgação tecnológica;
X – qualquer outra atividade que, por sua natureza, esteja
incluída no âmbito de suas profissões.
Parágrafo único. É privativa de Analista de Sistemas a
responsabilidade técnica por projetos e sistemas para processamento de dados,
informática e automação, assim como a emissão de laudos, relatórios ou
pareceres técnicos.
Art. 5º Ao responsável por plano, projeto, sistema ou programa é
assegurado o direito de acompanhar a sua execução e implantação, para
garantir a sua realização conforme as condições, especificações e detalhes
técnicos estabelecidos.
Art. 6º A jornada de trabalho dos profissionais de que trata esta
Lei não excederá quarenta horas semanais, facultada a compensação de
horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de
trabalho.
Parágrafo único. A jornada de trabalho dos profissionais
submetidos a atividades que demandem esforço repetitivo será de vinte horas
cm2008-23203
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semanais, não excedendo a cinco horas diárias, nele computado um período
de quinze minutos para descanso.
Art. 7º O Poder Executivo responsabilizar-se-á pela fiscalização
e supervisão do exercício da profissão de Analista de Sistemas, e pelo registro
dos profissionais da Informática.
Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.




Fonte: Senado.gov Arquivo PDF
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26/08/2009

Perguntas frequentes sobre regulamentação de profissionais na informática


Em um tour pela net, me deparei com este maravilhoso artigo tendo nele um debate sobre a profissão no ramo da informática. Nele serão abordados as perguntas frequentes que sempre lhe deixam curioso e sempre é bom saber, estar preparado a uma ocasião semelhante.. pois bem a vocês uma ótima leitura.

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  1. A SBC é a favor da Regulamentação da Profissão de Informática?
    Resposta: Sim. E neste sentido a SBC encaminhou em 2003 ao Congresso Nacional um projetode lei (PL 1561/2003) para regulamentar o exercício profissional da Área. A comunidade científica da computação brasileira vem discutindo a questão da regulamentação da profissão de Informática desde antes da criação da SBC em 1978. Fruto dos debates ocorridos ao longo dos anos, nos diversos encontros de sua comunidade científica, em relação às vantagens e desvantagens de uma regulamentação da profissão de informática, a SBC consolidou sua posição institucional em relação a esta questão pela formulação dos seguintes princípios, que, no interesse da Sociedade Brasileira, deveriam ser observados em uma eventual regulamentação da profissão: (1) exercício da profissão de Informática deve ser livre e independer de diploma ou comprovação de educação formal; (2) nenhum conselho de profissão pode criar qualquer impedimento ou restrição ao princípio acima; (3) a área deve ser Auto-Regulada. Os argumentos levantados junto à comunidade da SBC e que nortearam a formulação dos princípios acima estão detalhados na Justificação que acompanha o PL 1561/2003, o qual é integralmente apoiado pela Sociedade de Computação. Resumidamente, a SBS posiciona-se CONTRA o estabelecimento de uma reserva de mercado de trabalho, geralmente instituída pela criação de conselho de profissão em moldes tradicionais, o qual, como já ocorre em muitas outras áreas, pode levar a uma indevida valorização da posse de um diploma em detrimento da posse do conhecimento, que é a habilitação que ele deveria prover. A SBC é a FAVOR de liberdade do exercício profissional, sendo o conhecimento técnico-científico e social, normalmente adquirido em curso superior de boa qualidade, o principal diferencial de competência profissional.

  2. A SBC é contra o diploma de curso superior?
    Resposta: Claro que NÃO. A SBC não é contra o diploma. A SBC é a favor de que todo profissional possa obter seu diploma de curso superior. O caminho do conhecimento é o mais eficiente para o sucesso, tanto pessoal como coletivo. A SBC não defende e nunca defendeu o fim do diploma. A SBC é contra a obrigatoriedade do registro em Conselho de Profissão e contra uma desnecessária reserva de mercado de trabalho na área de Informática. O diploma, com todas as informações que o compõem, é principal e melhor instrumento para proteção da Sociedade.

  3. Para trabalhar em Informática é preciso diploma?
    Resposta: Sim quando for exercer atividades profissionais da Informática que demandam conhecimento superior. Em alguns casos até mesmo de diploma de pós-graduação poderá ser indispensável. Em outros, não somente diploma na área de Informática é necessário, mas também formação superior em áreas do domínio da aplicação, como Engenharia, Matemática, Administração, etc. Há, entretanto, atividades profissionais mais simples, de baixo grau de complexidade, para as quais formação em curso superior pode não ser necessária. A decisão de colocar o profissional com competência e custo adequados em cada atividade é responsabilidade de quem contrata, independentemente de a profissão ser regulamentada ou não.

  4. Para que serve diploma de curso superior em Informática?
    Resposta: Para estabelecer o claro diferencial de qualidade. Um profissional diplomado é sempre melhor do que ele mesmo seria se não tivesse obtido seu diploma. É natural que todo profissional melhore sua competência ao frequentar uma faculdade. Certamente, entre profissionais diferentes, com diferentes graus de experiência e capacidade intelectual, isto não será sempre verdade.

  5. É correto que uma empresa exija apresentação de diplomas para a contratação de um profissional de Informática?
    Resposta: Sim. As empresas que contratam os serviços de um profissional de informática para o desenvolvimento de produtos ou prestação de serviços tem toda a liberdade de exigir prova de competência, e o diploma de curso superior emitido por uma faculdade de boa qualidade é uma excelente evidência. Afinal, perante o consumidor, a responsabilidade sobre o que é produzido ou serviço realizado é da empresa.

  6. Para que eu vou investir em um curso superior de informática, se aprendendo sozinho eu concorreria com os formados em 3o grau e teria as mesmas chances?
    Resposta: Para obter uma habilitação profissional e adquirir a formação e conhecimentos indispensáveis ao exercício da profissão. Dificilmente uma pessoa estudando sozinha adquire o nível de conhecimento técnico de uma que cursou uma faculdade de boa qualidade. Cursam-se faculdades exatamente para adquirir conhecimento e competência diferenciados. Cursam-se faculdades para que adquirir as técnicas necessárias para resolver correta e economicamente problemas relevantes, portanto para adquirir condições favoráveis de concorrência com os demais trabalhadores, formados ou não, do mercado. Cursam-se faculdades para se ter melhor remuneração em virtude de melhor qualidade do trabalho que se pode produzir. Se o curso de graduação de uma dada faculdade não produzir uma formação profissional de boa qualidade e que apenas forme profissionais incapaz de competir com os curiosos do mercado, então não há justificativas para se frequentar tal curso, a não ser que seja apenas para facilmente obter um diploma e habilitar-se aos possíveis benefícios de uma reserva de mercado.

  7. É correto que os curiosos do mercado, que nunca cursaram uma faculdade, venham competir com os profissionais regularmente formados, oferecendo serviços a preços irrisórios?
    Resposta: Não se se pode dizer que exista, neste caso, uma situação de real competição. Por duas razões: a primeira porque quem aprende sozinho dificilmente será um concorrente de profissionais competentes graduados em cursos superiores de qualidade. A segunda razão é que a área de atuação de quem aprende sozinho, embora possa haver exceções, é distinta da de um profissional de nível superior. O nicho de trabalho dos chamados curiosos é focado na resolução de problemas simples, dentro de um nicho de baixa demanda por competência, certamente fora da área de interesse de profissionais de Informática de nível superior. Por outro lado, quem contrata profissional baseando-se apenas em baixo custo, em geral, corre sério risco de acabar pagando um preço final mais alto. Por outro lado, se conselhos de profissão tivessem meios de prévia e efetivamente avaliar a competência e qualificação dos profissionais, em nome de seu papel de defesa da Sociedade, deveriam impedir o exercício profissional daqueles, que mesmo de posse de diplomas, não tivessem uma competência profissional superior a dos meros curiosos do mercado, que nunca frequentaram uma faculdade.

  8. Os cursos de 3o grau na Área poderiam ficar sem alunos? E os alunos que os cursariam seriam apenas aqueles que tem interesse em pesquisa, pós-graduações, etc, ou seja, desejam mais especialização acadêmica?
    Resposta: Somente os cursos de faculdades ruins poderiam ficar sem alunos. Afinal, os quatro anos que alguém passa numa faculdade não podem servir apenas para se obter um diploma. A profissão de Informática é altamente qualificada e requer conhecimentos especializados e elevada competência para solução de problemas. Somente quem tem competência e conhecimento, que normalmente obtêm-se cursando uma boa faculdade, tem condições se estabelecer como um profissional capaz de resolver problemas relevantes. Pode-se dizer que a liberdade do exercício profissional destaca a importância da posse do conhecimento sobre a posse pura e simples do diploma, portanto valoriza o bom diploma e consequentemente cria uma pressão de mercado para melhoria dos cursos de graduação.

  9. Não se deveria dar alguma "prioridade" ou "proteção" para quem paga quatro ou cinco anos para estudar em uma universidade particular, procurando uma especialização? Prioridade ou proteção no sentido de proteger o profissional através de algum órgão, como ocorre com médicos e engenheiros?
    Resposta: Conselhos de profissão tem o propósito de proteger a SOCIEDADE e não premiar aqueles que não tiveram a chance de curso uma boa universidade pública. É importante destacar que para obter proteção, todo PROFISSIONAL de Informática pode perfeitamente filiar-se a algum SINDICATO de sua categoria, cuja função é exatamente defender os interesses dos profissionais, inclusive de fixar remuneração mínima para a categoria.

  10. A SBC defende a criação de Conselho de Profissão para a área de Informática?
    Resposta: Não. A SBC considera o conselho prejudicial aos interesses da Sociedade Brasileira. O projeto de Lei da SBC propõe uma Regulamentação Profissão sem a criação de conselhos.

  11. Qual é a função dos conselhos de profissão?
    Resposta: Os conselhos de profissão, embora mantidos pela respectiva categoria profissional, têm a função de proteger a Sociedade contra o mau profissional. Os conselhos, portanto, não são Conselhos de Profissionais, e certamente não é sua função dar-lhes proteção. Para isto existem os sindicatos. Seu principal e importante papel é o de emitir pareceres, quando solicitado, em relação à qualidade do trabalho de determinados profissionais, resolver disputas, questionamentos e arguições entre cidadãos e profissionais liberais e, quando necessário para a proteção da Sociedade, impedir o exercício da profissão por indivíduos sem a respectiva educação formal, independentemente de sua competência.

  12. Quando a criação de conselho de profissão se faz necessária?
    Resposta: Nas profissões em que há um direto e complexo relacionamento entre o cidadão e o profissional liberal, e nas quais a vida ou saúde do cidadão podem correr algum risco e o dano que poderia ser causado for irreversível, a atuação preventiva de um conselho de profissão, no sentido de realizar rigoroso controle PRÉVIO de quem pode ou não exercer a profissão, encontra justificativas convincentes. Entretando, a exigência da posse de diploma como prova de qualidade, como fazem praticamente todos os conselhos de profissão, não assegura a competência de todos profissionais autorizados a trabalhar. A aplicação do chamado "Exame de Ordem" também não é suficiente para garantir préviamente qualidade: uma prova de algumas horas não afere o complexo conhecimento adquirido ao longo de muitos anos. Este tipo de prova permite no máximo estabelecer uma classificação momentânea dos examinados sob algum critério considerado relevante em cada Exame Afinal, nenhum dos conselhos estabelecidos no País aceita a aprovação no seu Exame com prova de suficiência para o exercício profissional. No máximo, trata-se de condição apenas necessária. E no diploma que se confia!

  13. Quando conselhos de profissão não são necessários?
    Resposta: Conselho de profissão não é necessário para as profissões em que não houver relacionamento direto entre cidadãos e o profissional. Nestes casos, não há como justificar sua existência como entidade destinada a defender a Sociedade. Note-se que após o fato, quando o dano já foi feito, conselhos têm pouca utilidade, haja vista que o que podem fazer é apenas cassar o registro do profissional e denunciá-lo ao Ministério Público, mas para fazer denúncias e punir segundo a lei não é necessário conselhos. Este é o caso da Informática.

  14. Conselhos de profissão têm meios para garantir qualidade do exercício profissional?
    Resposta: Não. É fato notório que conselhos de profissão não têm meios eficazes de garantir a qualidade dos profissionais nele registrados, em virtude da grande diversidade na qualidade dos cursos superiores e nos perfis profissionais existentes. Também não há como um conselho garantir a qualidade dos produtos colocados no mercado por profissionais ou empresas. O que os conselhos de profissão pode executar com eficiência são, sempre que acionado, medidas, em geral judiciais, para impedir o trabalho de profissionais não registrados, ou cassar registro de quem tenha cometido falta grave que tenha resultado em evidente dano social.

  15. Considerando que a maior parte dos problemas causados por mau profissional são muito mais decorrentes de falta de ética ou desonestidade, como por exemplo o caso de "violação do painel do Senado", ou de "empresas que desenvolvem produtos empregando profissionais sem qualquer qualificação técnica", etc, os conselhos de profissão teriam meios efetivos para garantir a HONESTIDADE dos profissionais nele registrados e portanto autorizados a trabalhar?
    Resposta: Não. Não há como dar esta garantia. Para registro exige-se apenas diploma, o qual certamente não é prova de honestidade. O máximo que um diploma pode oferecer é alguma indicação que o profissional não é totalmente INEPTO. E isto é tudo.

  16. Do ponto de vista da Sociedade, haveria alguma vantagem em se criar o Conselho da Profissão de Informática?
    Resposta: Há profissões em que o controle preventivo de quem pode ou não trabalhar, exercido por conselhos de profissão é totalmente desnecessário. A razão é que, nestas profissões, os cidadãos normalmente não contratam diretamente serviços profissionais para desenvolver suas soluções do dia a dia, e, portanto, não há interação direta entre Sociedade e Profissional. Particularmente, na Informática, o cidadão comum raramente contrata diretamente um profissional liberal para desenvolver um software sob medida. O usual é a aquisição no mercado de produtos acabados, importados ou desenvolvidos por empresas nacionais. Neste caso, controle da qualidade de produto é suficiente para obter o nível de proteção necessário, e para isto não se requer a constituição de conselhos de profissão, e muito menos de se criar reserva de mercado de trabalho. Controle de qualidade de produtos é sempre mais confiável e efetivo que a pura exigência de registro dos profissionais que desenvolveram o produto. Acrescente-se a isto o fato de o controle fiscalizador dos conselhos de profissão não se aplicar a software importado, constituindo-se assim, no caso da Informática, uma absurda reserva de mercado de trabalho para estrangeiros, em detrimento do trabalhador brasileiro.

  17. Quem precisa de Reserva de Mercado de Trabalho?
    Resposta: Profissional competente não precisa de reserva de mercado de trabalho, mas sempre haverá quem por temer a concorrência, seja ela qual for, considere a proteção pessoal possivelmente concedida uma reserva de mercado uma boa idéia, embora isto seja nitidamente nocivo aos interesses da Sociedade Brasileira. Reserva de mercado de trabalho é apenas um refúgio para aqueles que não conseguem impor-se pela competência. Além disto, esta defendida proteção é ilusória, porque se Reserva de Mercado pode facilitar a admissão de um profissional em um dado emprego, não dá garantias de sua permanência neste emprego, se o profissional revelar-se inepto.

  18. É correto que os curiosos do mercado que somente tenham diplomas de curso superior em áreas distintas da Informática sejam permitidos competir em Concursos Públicos com os profissionais regularmente formados em Informática?
    Resposta: A pergunta já foi respondida acima.

  19. Como faço então para me proteger da concorrência de profissionais mal preparados?
    Resposta: Não creio que profissionais competentes precisem de defesa contra os profissionais mal preparados. Note que reserva de mercado de trabalho faz exatamente o contrário, isto é, protege os incompetentes que estiverem munidos dos devidos diplomas de quem, competente ou não, não os possua, mesmo se tiver pós-graduação em Computação. Note que somente o diploma de graduação confere, do ponto de vista legal, qualificação ao exercício profissional no caso de profissões regulamentada por meio da criação de conselhos.

  20. Por que profissionais de outras áreas devem poder atuar em Informática?
    Resposta: A proposta de se permitir que profissionais com diplomas diversos possam atuar na área de Informática visa atender o interesse da Sociedade Brasileira. Lembre-se que engenheiros, matemáticos, advogados, administradores, apenas para citar alguns, foram os que criaram a Área de Informática no Brasil e também os cursos que hoje formam profissionais de informática. Estas categorias profissionais muito contribuíram para o desenvolvimento da Área, e ainda têm muito a contribuir, principalmente considerando o caráter multidisciplinar da Informática, a qual como a nossa língua pátria, permeia todas as nossas atividades e todos temos o direito de usá-la. A Sociedade seria muito prejudicada se esses profissionais fossem proibidos de desenvolver suas soluções mediante o uso da tecnologia da informação.

  21. A regulamentação de uma profissão e a criação de seu respectivo conselho poderiam melhorar a qualidade dos profissionais que atuam na Área?
    Resposta: A simples posse de uma carteira profissional emitida por um conselho de profissão, mediante a mera comprovação de que se tem o diploma de curso superior exigido pela lei de regulamentação da profissão, não é um indicador de qualidade suficiente. Na verdade o diploma traz mais informação sobre seu portador do que a correspondente carteirinha do conselho.

  22. Em um regime de liberdade de exercício profissional, todos os profissionais de Informática são idênticos do ponto de vista técnico?
    Resposta: Não. Como em toda profissão, também na Informática há profissionais de todos os níveis e, consequentemente, de custos variados. Pela observação do mercado, pode-se situar as atividades profissionais de Informática em três níveis de complexidade: (I) Informática Elementar: quando trata-se do uso de sistemas de computação e resolvem-se problemas simples e de pequeno porte; (II) Informática Nível Técnico: quando desenvolvem-se sistemas de computação de complexidade e porte intermediários. (III) Informática Superior: quando trata-se de problemas de alta complexidade e de grande porte. Os profissionais diplomados devem atuar no nível III. Os chamados curiosos em geral não ultrapassam o nível I.

  23. Como distinguir o profissional qualificado do profissional não-qualificado?
    Resposta: Da mesma forma que se faz hoje nas diversas profissões liberais, sejam elas regulamentadas ou não, isto é, avalia-se a competência dos profissionais por meio da análise de currículos e exames. Por exemplo, a Promotoria Pública solicita diplomas e aprovação em concursos para identificar os candidatos a promotores que estariam qualificados para o cargo. Cada empresa usa um método diferente, que lhe seja mais apropriado. Note que a simples apresentação de uma carteira de um conselho de profissão não é suficiente para distinguir o profissional qualificado do não qualificado.

  24. Se o Conselho de Informática fosse um dia criado, outros conselhos como o CREA e o CRA, ainda poderiam continuar ameaçando multar e processar profissionais de Informática e suas empresas, que atuem em certas áreas, como manutenção e instalação de equipamentos de computação ou até mesmo nas de Ánalise de Sistemas?
    Resposta: Sim. E será ainda pior com mais um conselho. Se criado o de Informática, ganhar-se-ia mais um com poder de aplicar multas e penalidades. Isto já ocorre em outras áreas como Química e Engenharia Química, por exemplo, que dependendo das atividades, o profissional deve inscrever-se nos dois conselhos, se for engenheiro, ou, se for apenas químico, impedido de trabalhar. Para a defesa do direito ao trabalho, é muito importante que tenha-se definido em lei a área de atuação do profissional de informática. Não há necessidade de se criar conselho de profissão para isto, basta que as atribuições profissionais sejam legal e formalmente definidas, de forma a prover o supedâneo jurídico necessário. O projeto de lei da SBC tem este objetivo: defesa da Área sem reserva de mercado.

  25. A profissão de Informática precisa ser regulamentada para que seja reconhecida?
    Resposta: A profissão de informática é uma profissão reconhecida. Não é preciso regulamentação para que uma profissão exista ou seja reconhecida. Profissões são criadas pelo seu simples exercício. Regulamentar nada mais é do que detalhar, via uma lei federal, o significado do Artigo 5o, inciso XIII, da Constituição, o qual define que todo exercício profissional é livre no Brasil, mas que, se for do interesse da Sociedade, limites a esta liberdade podem ser estabelecidos por meio de lei aprovada no Congresso Nacional.

  26. A profissão de Informática precisa ser regulamentada para que seus profissionais sejam respeitados?
    Resposta: Não. Esta idéia de profissão sem respeito carece de fundamento. No máximo, um profissional individualmente poderia não se dar ao respeito. Mas a verdade é que os nossos profissionais são muito respeitados e frequentemente admirados por sua criatividade e competência. Na verdade, a Sociedade vê com orgulho a atuação de nossos profissonais na Área de Informática.

  27. É possível fazer registro de software desenvolvido por um profissional de Informática mesmo quando sua profissão não é regulamentada?
    Resposta: Sim. O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) faz o registro. Por favor, veja a legislação e formulários para o registro na página Registro de Programa de Computador.

  28. Se não houver uma regulamentação da profissão que crie um reserva de mercado de trabalho, como que se farão leis para se julgar crimes cometidos por meio da Informática, particularmente, via Internet?
    Resposta: Da mesma forma que se faz qualquer lei em um estado democrático: encaminhando o desejado projeto de lei ao Congresso Nacional, por meio de um deputado ou um senador. A propósito, atualmente já há projetos de lei neste sentido em tramitação na Câmara dos Deputados.

  29. Por que a SBC defende a liberdade do exercício profissional na área de Informática e por que considera a criação de um Conselho de Profissão para esta Área, nos moldes tradicionais, contrário aos interesses da Sociedade Brasileira?
    Resposta: As repostas acima justificam a sua posição. Para mais argumentos, por favor, leia a Justificação do PROJETO DE LEI No 1561

Roberto da Silva Bigonha
Professor Titular
Universidade Federal de Minas Gerais


Conselheiro da Sociedade Brasileira de Computação

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14/07/2009

Marketing de relacionamentos e estratégias


Olá a todos, andei pela net procurando informações sobre marketing e como se relacionar melhor com seu cliente. A partir daí temos vários destaques e pontos a se analizar. Dentre todos os posts, comentários, notícias enfim tudo que descobri mais o que sei, resume-se a esta matéria, espero que gostem e reflitam..





Com a globalização do mercado, as organizações têm que ter atenção redobrada com os clientes que estão cada vez mais exigentes, pois, a cada dia aparecem novas tecnologias e novos tipos de produtos e serviços. Em função disso, conhecer estratégias que garantem a manutenção e a lealdade dos clientes se faz cada vez mais necessária.

Os objetivos desse trabalho são: Analisar a importância da fidelização dos clientes nas organizações modernas; investigar e explorar o siginificado de fidelizar clientes; indicar caminhos para o processo de montagem de um plano de fidelização de clientes.

Neste sentido, algumas questões se colocam: Qual a definição de marketing de relacionamento? O que caracteriza o cliente? O que é a fidelização do cliente? Quais são as estratégias de fidelização do cliente?
Desta forma, abordaremos no primeiro capítulo as definições e principais teorias de marketing de relacionamento.

Quando se fala de marketing de relacionamentos, necessariamente mencionam-se os clientes, imprescindíveis neste contexto, pois, de modo geral cliente é aquele que compra os produtos das empresas, sendo ele a base de qualquer negócio, é a razão deste trabalho. Entende-se marketing como a arte de vender produtos, porém, a sua meta principal de fato é tornar o esforço de venda supérfluo. Busca-se na verdade o máximo de conhecimento sobre o cliente para que o produto ou serviço acabe se adaptando ao seu gosto e se venda por si só.
Deste modo, o segundo capítulo constará de indagações a respeito do cliente, seu perfil e o que representa para as organizações.
Recentemente a fidelização de clientes tem sido abordada por um número significativo de pesquisadores. Cliente fiel é aquele que volta sempre a organização por estar plenamente satisfeito com o produto ou com o serviço. A fidelização nada mais é que o processo pelo qual o cliente se torna fiel.

Deste modo, no terceiro capítulo, serão apresentados os conceitos de fidelização e de algumas estratégias, técnicas e ferramentas deste processo.
Justifica-se abordar o tema porque mais do que nunca é preciso que as organizações se esforcem no sentido de fortalecer a relação com seus clientes. O cliente fiel é mais barato e gera maiores oportunidades de negócio para a empresa. Manter o cliente fiel à empresa por muitas vezes é difícil, mas ao mesmo tempo essencial para sobrevivência da mesma.



05/07/2009

Certificação MCSE ou faculdade ?


Certificação MCSE ou Faculdade?





O objetivo desse artigo não é responder a pergunta do tema, uma vez que não existe apenas uma resposta para essa questão. Queremos apenas ampliar a visão sobre qual a melhor opção para cada caso.


Hoje em dia, uma das grandes dúvidas que os iniciantes da aréa de TI carregam com si por um longo tempo é a seguinte: “Faculdade ou Certificação? Qual a melhor opção?”.






Isso é fato, e todos já sabem: o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo. As empresas exigem cada vez mais de seus funcionários.



O profissional de hoje em dia deve ser flexível, estar adaptado a mudanças, saber parar no meio de uma tarefa e iniciar outra. Ser paciente com seus amigos de trabalho, educado. Ou seja, levar harmonia para o ambiente empresarial. Esses e muitos outros fatores são de extrema importância para um profissional, independente de sua aréa. E com certeza esses fatores são um dos primeiros a serem analisados por uma empresa, durante a contratação de um funcionário.


Lógico que essas qualidades citadas acima estão relacionadas com a personalidade de uma pessoa. Nem todas possuem todas essas qualidades, porém possuem outras. O ponto chave é colocar em prática, dar a devida utilidade às qualidades que possuem.


Além da personalidade, outro ponto fundamental para um profissional é sua experiência prática. Existem alguns tipos de profissonais, vejamos alguns:


* Profissional com muita experiência prática em seu ramo, porém sem universidade e sem certificação.


* Profissional com muita experiência prática em seu ramo, formado em uma universidade e sem uma grande certificação.


* Profissional com muita experiência prática em seu ramo, formado em uma universidade e com uma grande certificação.


* Profissional sem muita experiência prática em seu ramo, porém formado em uma universidade e com uma grande certificação.


Qual seria o perfil ideal? Profissional formado em uma universidade? Ou profissional com uma bela certificação, como MCSE, CCNE, etc? Ou uma combinação entre universidade, certificação e experiência?


Não tenham dúvidas, a combinação citada acima (universidade, certificação e experiência) é a combinação ideal hoje em dia.


Como citado anteriormente, o mercado de trabalho necessita de profissionais completos, com vasta experiência em sua aréa e uma bela formação. Além disso, paciência, inteligência, coragem, esforço, harmonia, etc, devem estar presentes na personalidade dos profissionais.


Mas para quem está iniciando não é tão simples assim. Uma faculdade hoje em dia dura cerca de 4 anos, e para obter uma certificação MCSE, iniciando do zero, ou seja, fazendo treinamentos, estudando bem para os exames, cerca de um ano e meio é suficiente.


Aí surge a grande dúvida: “O que fazer primeiro?” Essa é uma pergunta extremamente complicada de ser respondida. Mesmo com 4 anos de experiência, formado em Análise de Sistemas e com as certificações MCP, MCSA e MCSE, não tenho uma conclusão do que realmente seja melhor.


Sempre que me perguntam sobre esse tema, respondo o seguinte: “Você deve fazer o que achar melhor, pense por si mesmo e decida”.


Não existe fórmula, e depende de caso para caso. Se você precisar de um emprego rapidamente, com certeza a certificação seria uma boa opção. Agora, se você deseja uma formação mais sólida, e o emprego não é prioridade, a faculdade seria a melhor opção.


Agora, para quem tiver condições, o ideal seria fazer a faculdade e ao mesmo tempo se preparar para a certificação. Não é uma tarefa fácil, pois quem faz uma universidade hoje em dia, trabalha o dia inteiro para “bancar” essa universidade. Ou seja, trabalha o dia inteiro e faz faculdade a noite. Como conseguir tempo para se preparar para uma certificação? Realmente é complicado, mas nada impossível. É só querer.


No meu caso, fiz a faculdade primeiro. Após concluída, começei me preparar para a certificação. Me dedicava integralmente à certificação, ou seja, não trabalhava, apenas estudava para a certificação. Meu primeiro exame foi em 02/04/2004 e o sétimo exame, com o qual obtive a certificação MCSA e MCSE, foi em 26/11/2004. Ou seja, com dedicação total aos estudos para a certificação, em apenas 7 meses obtive a certificação MCSE. Não me arrependo de forma alguma, muito pelo contrário, achei essa decisão uma das mais importantes da minha vida.


Acredito que vale a pena o esforço de se dedicar integralmente aos estudos para uma boa certificação. Os resultados serão ótimos, com certeza.


Posso estar enganado, mas as faculdades estão ultrapassadas hoje em dia. A maioria dos cursos universitários não são cursos específicos. Por exemplo, um curso de Sistemas de Informação. Nesse curso são ministradas matérias de redes, banco de dados, multimídia, análise de sistemas, programação, sistemas operacionais, etc. Ou seja, quem faz esse curso não é especialista em nada ... Ele apenas sabe um pouquinho de cada aréa. Aí está o problema, como é que essa pessoa vai conseguir um bom emprego? Podemos ir mais longe, em qual aréa ela vai procurar um emprego? Redes? Programação? Internet?


Entre as empresas existe algo chamado “Mente Coletiva”. Ou seja, um bom profissional obrigatóriamente deve ser formado em uma universidade. Quem disse isso? De onde surgiu isso? Ou seja, a grande maioria simplesmente faz uma faculdade sem saber o porque. Fazem porque as empresas só contratam quem tem um curso superior. Um profissional com experiência, certificação MCSE, com uma personalidade boa, tem um salário até 10 vezes maior do que um profissional que possui apenas 1 faculdade.


É preciso coragem para sair dessa “Mente Coletiva” e fazer aquilo que realmente achamos melhor. Em nosso mundo não existem pessoas iguais, todos são diferentes. Portanto, cada um tem que tomar suas decisões, por si próprio. Ou seja, ampliar o entendimento de que muitas vezes tomamos decisões que não partiram de dentro de nós mesmos.


Vejam que nosso mundo não é simples. Por isso eu torno a dizer: façam aquilo que acharem melhor, e não aquilo que os outros acham melhor.


É isso amigos. Espero ter colocado um pouco mais de conflito em suas decisões. Pensem bem, reflitam, desenvolvam qualidades em suas personalidades. Sabemos que isso não é fácil, más depende do querer de cada um. Certificação ou Faculdade?...


Espero ter ajudado, e qualquer duvida entrem em contato através do e-mail fabianodesantana@terra.com.br


Autor: Fabiano de Santana


Site: http://www.juliobattisti.com.br/fabiano/


Certificações: MCP – MCSA 2000 e 2003 – MCSE 2000



Ebooks do autor:



Manual de Estudos MCSE 70-210


Manual de Estudos MCSE 70-215


Manual de Estudos MCSE 70-218


Simulado MCSE 70-210


Simulado MCSE 70-215


Simulado MCSE 70-218



Fonte: Julio battisti


27/06/2009

Webstandards melhorando a experiência do usuário


Instruções sobre webstandards , técnicas de codificação, como dar mais ênfase a sua acessibilidade beleza e usabilidade dentro de seus padrões. junto com esta matéria, também um slide.




Muitos desenvolvedores já adotaram os Webstandards, mas seguem apenas os padrões que beneficiam a produção das páginas. Existem técnicas de codificação que podem aumentar a acessibilidade, a usabilidade e a beleza das páginas, mas elas não estão muito difundidas.






slide




Tópicos e referências



* O que é webstadards

* Como são elaborados os Webstandards?


o W3C


* Os Webstandards, em última análise, devem beneficiar o usuário

* Separação entre conteúdo, apresentação e comportamento [ infográfico ]


o Código mais organizado, mais fácil de manter

o Diferentes arquivos de CSS para diferentes mídias: monitor, PDA, impressora, áudio [ tutorial ]

o Melhor indexabilidade em buscadores como o Google


* Recomendações baseadas nos padrões e na experiência de diversos autores

* Metadados


o Defina o seu DOCTYPE [ importância ]


+ Renderiza mais rápido

+ Padroniza renderização


o Declarando o idioma do texto [ aprofundamento ]


+ Essencial para a sintetização

+ Facilita indexação

o Ligue o documento a documentos relacionados. [ referência ] [ elocubração ]

+ Link rel (next, prev, index, start, author, copyright )


o Escreva títulos descritivos e sucintos para cada página


+ descritivo

+ não usar palavras-chave genéricas [ discussão ]

+ começar com o conteúdo


o Utilizar as tag certas [ importância ]

o Comente seus códigos [ aprofundamento ]


+ O código CSS tb é uma interface com usuários

+ Superespecificar


* Layout

o Evite usar tabelas para marcar layout [ introdução ]


+ Renderiza somente depois de carregadas as tabelas

+ Não se adapta facilmente


o Faça seu layout funcionar em diferentes resoluções [ lista de email ]

o Defina uma largura máxima para a coluna principal de texto [ argumentos científicos ]

o Ofereça layouts alternativos para o usuário [ tutorial ]

o Evite usar iframes


+ Use DIVs com overflow


o Evite colorir as barras de rolagem [ discussão ]


* Tipografia

o Prefira tamanhos de fonte relativos

o Use fontes incomuns, desde que com alternativas padrão [ pesquisa ]

o Substituir texto somente quando for impreencindível [ discussão ]


+ SFIR


o Aproveite o espaçamento entrelinhas e entreletras para aumentar a legibilidade [ chacota ]


* Navegação

o Mantenha o mesmo código de invólucro para conteúdo através das páginas do site [ exemplo ]


+ Ilusão de que não carregou nova página


o Evite submenus voadores horizontais só com CSS [ bom exemplo / mau exemplo ]

o Não quebre o botão voltar do navegador quando a gente mais precisa dele [ solução1 | solução2 ]

o Forneça um link para pular direto para o conteúdo [ aprofundamento ]

o Controle a ordem da navegação com a tecla tab.


* Formulários

o Associe o rótulo com o elemento de formulário. [ discussão ]

o Posicione os rótulos acima das caixas de entrada de texto. [ pesquisa científica ]

o Formulário Acessível ou Usável?


* Dimensões da Linguagem [ elocubração ]

o Sintática - regras da linguagem

o Semântica - significados da linguagem

o Pragmática - efeitos da linguagem


* Ferramentas essenciais

o Internet Explorer

o Barra Webaccessibilty

o Firefox

o Extensão Aardvark

o Barra Webdeveloper

o Opera

o Opera Mini Simulator


Fonte: usabilidoido.com.br


Como fazer um briefing de website


Para escrever um bom briefing, é preciso certa experiência, saber o que é um briefing. Briefar não é somente preencher um formulário com os dados do cliente e da peça a ser produzida para servir de contrato entre designer e cliente, mas sim uma atividade de projeto..




Para decidir o que entra no briefing, é preciso pesquisar, refletir e negociar. O briefing vai guiar todo o projeto, ele não pode ser considerado uma ferramenta trivial. Mesmo que o briefing não seja oficializado, escrito ou assinado, ainda assim as decisões de design que ele costuma encerrar estarão nas mentes, nas conversas e nos papéis das pessoas que participam do projeto.
Definição do objeto


Esta é a parte mais delicada do briefing. Se fechar demais a definição do objeto, poderá ficar preso a elas até o final do projeto, mesmo que se constate depois que não são ideais; se for muito genérico na definição, pode deixar o projeto sem rumo, divagando em possibilidades infinitas sem sair do lugar.


A melhor estratégia que encontrei até agora foi definir o tipo de objeto (website, hotsite, CD-Rom, animação e etc) e agregar apenas as características que a pesquisa inicial indicar como interessantíssimas. O segredo é saber escolher as características que vão transmitir a sensação ao leitor do briefing de que ele sabe do que se trata e que isso é uma boa coisa.


Pesquisa



Fazer pequenas pesquisas não leva muito tempo. Navegar pelos websites da concorrência e anotar o que estão fazendo de bom ou de ruim é o primeiro passo para definir o diferencial do projeto. Conhecer melhor a empresa já é uma obrigação mesmo, então não custa anotar o seu diferencial competitivo. O público-alvo às vezes parece óbvio, mas nunca se sabe com certeza que grupo de pessoas vai se interessar pelo serviço que será disponibilizado. Por isso, o designer tem que estar a par dos costumes das principais perfis de usuários da Internet da região. Tem gente que acessa para jogar, xeretar a vida alheia (blogs e afins), consumir pornografia, obter informações, procurar emprego, pesquisar e uma infinidade de outras atividades.


Conhecendo bem a tribo a que o usuário-alvo faz parte, fica bem mais fácil projetar. Se isso for possível, uma visita a um local onde hajam potenciais usuários do website já é suficiente para ambientar o designer. Imagine ir a um baile da terceira idade antes de projetar um website de um retiro? Emocionante não? Claro que não para o designer, mas sim para os velhinhos! Se o designer se coloca no lugar dos usuários, percebe que o que é feio para ele, é bonito para outros. Texto em fonte Verdana 18px é horrível para a maioria dos designer que conheço, mas para os idosos é ótimo!


Caso o artefato interativo seja usado numa situação específica, dados sobre esta serão de grande valia para o designer. Saber que o artefato será usado principalmente em ambiente coorporativo de escritório já deixa o designer com um pé atrás para usar sons. Se o ambiente for uma fábrica barulhenta, som será completamente inútil. Porém, no aconchego do lar, ele pode ser muito agradável caso seja associado ao entretenimento. Cyber-cafés e Lans-house equipadas com fones de ouvido também são propícias ao bom som, é claro. No entanto, esses lugares podem não ser muito bem iluminados, o que torna os contrastes mais fortes no monitor. Existem muitos fatores ergonômicos que podem influenciar o uso de um software ou website específico e, caso sejam recorrentes na situação de uso almejada, o projeto deve se adaptar a eles.


No caso de design de aplicações, a visita pode ser menos recreativa. Análises de tarefas e de workflow podem ser um tanto cansativas, mas são muito, muito valiosas quando a aplicação apresentar complexidade. Esse tipo de análise pode acontecer numa fase posterior ao briefing, mas antes de sair a campo é possível esboçar um fluxo de interação geral entre as pessoas que vão usar o sistema com base nas conversas iniciais com os clientes.


O tempo todo em que o designer estiver no local da situação, deve aproveitar para observar como as pessoas se comunicam. Não é necessário incorporar todo o vocabulário utilizado, mas certas palavras podem tornar a interface familiar. Também é interessante notar como outras mídias se comunicam com essas pessoas. Folderes, cartazes, outdoors, propagandas televisivas e jornais de áreas específicas devem ser analisados com carinho pelo designer. Que imagens são frequentes? Que ideologias estão por trás delas? Que valores são priorizados?


Comparar os websites que esse pessoal acessa com frequência, é mais interessante ainda. É possível identificar padrões, os clichês que funcionam e os batidos demais e aplicar ou não diretamente no design. Não que ele deva reproduzir somente o lugar-comum, mas deve ter elementos familiares aos usuários. Reproduzir o lugar-comum é fácil para o designer, mas buscar uma identidade única sem estraçalhar com os padrões estabelecidos é uma tarefa muito mais instigante. É como estar no limiar, tentando inovar mas sem colocar o carro na frente dos bois. Ser 100% correto não é possível na prática, mas o Zen nos ensina que devemos ser pelo menos 99%. O que vale é a intenção, ou melhor, o que vale é o retorno que o design vai dar.


Objetivos



O que se pretende comunicar? Vender um skate e acessórios? Apresentar dados demográficos da população brasileira? Mostrar que o filme "X" vale à pena assistir? Essa informação não precisa nem ser oficializada, desde que o cliente deixe bem claro o que quer para o designer. Entretanto, ela vai martelando na mente do designer até o final do projeto. Será seu norte, a base mais elementar para qualquer decisão do design. Assim como na programação orientada a objetos, todos os objetivos secundários do projeto herdarão a constituição do objetivo principal.


O objetivo deve ser claro e conciso, mas não pode lhe faltar especificidade, do contrário não tem utilidade. De que adianta ter como objetivo de um website "fornecer informações a quem se interessar por elas"? Qualquer website pode fazer isso, no entanto, cada website faz isso de forma diferente, pois existe uma intenção por trás do fornecimento de informações. O cliente pode dizer que o objetivo do website é "transmitir informações sobre os carros que sua empresa vende", mas isso não é o que a empresa realmente quer obter. O que a empresa quer é vender carros, mesmo que o website sirva apenas para influenciar um ato posterior de compra. "Vender carros" é o verdadeiro objetivo do website. As informações que serão transmitidas serão meros argumentos para convencer o consumidor.


Para atingir esse objetivo, a mensagem principal que deve ser transmitida é "os carros da nossa marca são os melhores para você". Não importa que informações serão utilizadas como argumento, a mensagem é a mesma. Como as possibilidades de argumentação são grandes, é interessante deixar documentada essa mensagem, de preferência no briefing do projeto ou em outros documentos primários, para que a imaginação não divague demais.


Aplicações também transmitem mensagens principais, embora não sejam tão explícitas. O anti-virús precisa transmitir a sensação de segurança; o Mozilla Firefox precisa mostrar que é melhor que o Internet Explorer sem ser muito diferente; e o Google precisa conquistar a confiança de que pode encontrar qualquer coisa.


Retorno do investimento



Você sabe o quanto vale o seu trabalho? Vale mais ou menos a metade daquilo que seu cliente vai ganhar com ele a curto prazo. Se o lucro almejado pelo cliente é grande, então o orçamento pro design deve ser grande, oras. No Brasil, é comum fazer das tripas coração no desenvolvimento de websites com os orçamentos apertados e os prazos curtos, mas é difícil alguém saber o quanto o cliente está lucrando com isso. Por isso, é interessante tanto para a equipe que desenvolve o projeto quanto para o cliente, calcular o Retorno do Investimento (ROI - Return On Investment).


O Retorno do Investimento é uma estimativa objetiva dos lucros que o projeto trará. Alguns tipos de retornos comums são:



* corte nos custos

* maior participação no mercado (market-share),

* maior conscientização da marca (branding awareness)

* aumento direto nas vendas

* influência na decisão de compra

* aumento de produtividade

* aumento de audiência

* atração de nova audiência

* fidelização da audiência

* aumento da credibilidade do negócio

* aumento da satisfação subjetiva



Para definir o Retorno, basta reunir-se com os representantes da empresa e discutir o que se almeja e o que é viável obter com o orçamento destinado. Esse processo deve ser muito bem documentado já que, se o Retorno for alcançado, ele servirá como excelente argumento de venda dos seus serviços de design.


Entretanto, não adianta calcular antes e não verificar qual foi o Retorno concreto depois da execução do projeto. O cliente fornecerá os dados facilmente se ele estiver empolgado com o resultado. Do contrário, pode ficar a cargo da equipe do design checar isso. Vale à pena não só pelo valor comercial que esses dados tem, mas também pela gratificação ao designer responsável; faz bem para sua auto-estima.


Metodologia



Até aqui maravilhoso, mas é preciso cair na real e dizer como tudo isso vai acontecer. Descrever a metodologia dá grande credibilidade ao projeto, mas é preciso segui-la depois. Se comprometer com as ferramentas tecnológicas a serem empregadas no projeto também é complicado, mas pode ser necessário.

Nesse ponto não posso dar muitas mais recomendações, pois a forma de proceder estará determinada pelos elementos acima citados.


Uma ressalva



Esses eram os pontos que eu costumava pensar até alguns meses atrás em projetos tradicionais. Recentemente, estou tentando reduzir os pré-conceitos antes de ter contato com a realidade na própria situação de uso. Para entrar de cabeça no design participativo que acredito ser crucial para a Web 2.0, é preciso estar preparado para trabalhar sem briefing, do contrário fecha-se ou induz a participação das pessoas dentro daquilo que se quer obter delas. Se é pra participar, que seja participação pra valer!



Fonte: usabilidoido.com.br


Usabilidade na Acessibilidade


Usabilidade na Acessibilidade é um ponto de extrema importância com certeza, pensando nessa prática repasso a vocês esta excelente matéria sobre tal tópico citado.

O princípio básico da Web é acesso por qualquer tipo de pessoa, em qualquer lugar, mas são poucos os websites que seguem esse princípio. Ora por incompetência técnica, ora por desinteresse comercial, a maioria dos criadores de websites ignoram boas práticas que viabilizam o acesso à informação (acessibilidade) e seu uso (usabilidade)....




Essa palestra explica como conciliar princípios de acessibilidade e usabilidade que beneficiem os usuários no projeto de websites.



::Tópicos



* Acessibilidade e usabilidade são condições básicas para a inclusão social digital.

* "O poder da web está em sua universalidade. Ser acessada por todos, independente de deficiência, é um aspecto essencial." Tim Berners-Lee, diretor do W3C e inventor da World Wide Web.

* Acessibilidade na Web

# Acessibilidade é a flexibilidade do acesso às funcionalidades de um determinado produto ou local. Se um produto ou local é acessível, então ele permite que pessoas com necessidades especiais, seja por deficiência ou por limitações dos meios utilizados, utilizem-no para seus fins.

# Quem precisa de acessibilidade? Exemplos de pessoas com necessidades especiais

# Excluir essas pessoas é desperdício social e econômico

# Como tornar websites acessíveis?



o Conhecendo as necessidades especiais

o Seguindo os Padrões Web

o Seguindo as diretrizes da WCAG

o Escrevendo texto preciso e conciso

o Testando em situações reais



# Usabilidade na Web



* Usabilidade é sinônimo de facilidade de uso.

Se um produto é fácil de usar, o usuário tem maior produtividade: aprende mais rápido a usar, memoriza as operações e comete menos erros.

* Quem precisa disso? Exemplos de pessoas que usam a Web em situações críticas

* Tratar mal essas pessoas é um desrespeito tremendo

* Como tornar websites usáveis?



o Conhecendo os usuários e o contexto de uso

o Priorizando pessoas ao invés de tecnologias

o Seguindo padrões de interação

o Seguindo recomendações de pesquisadores

o Comunicando claramente

o Testando em situações reais



# Usabilidade versus Acessibilidade



* Design Universal: uma solução para todos.

* Design Contextual: uma solução que atende apenas uma situação específica

* Pontos fracos do movimento de Acessibilidade


o Carência de métodos de pesquisa.

o Apego excessivo à diretrizes.

o Tecnocentrismo.

o Desconsideração de aspectos subjetivos da experiência de uso.



* Pontos fracos do movimento de Usabilidade



o Exclusão de deficientes em pesquisas com usuários.

o Consideração da Acessibilidade como um serviço extra.

o Desconsideração do valor de mercado da Acessibilidade.

o Desconsideração de aspectos subjetivos da experiência de uso.



# Design é justamente a conciliação de variáveis como essas

# Princípios para o Design de Interação



* Simplicidade: Menos é mais.

* Empatia: Sentir o que o usuário sente.

* Estética: Fazer o usuário se sentir bem.

* Imersão: Criar experiências fluidas.









slide



Fonte: usabilidoido.com.br



Padrões Web (webstandards)


Uma matéria importantíssima sobre os padrões a serem seguidos, são os padrões webstandars. O conhecimento dos Webstandards ou Padrões Web permite a implementação de layouts em HTML muito mais fácil e rapidamente...



O conhecimento dos Webstandards ou Padrões Web permite a implementação de layouts em HTML muito mais fácil e rapidamente. A separação dos códigos que definem a apresentação (CSS), o conteúdo (HTML) e o comportamento (DOM) oferece as seguintes vantagens:

* manutenção mais fácil

* tamanho do arquivo menor (economia de banda e velocidade no carregamento)

* maior acessibilidade para o usuário

* compatibilidade com diferentes navegadores

Ao invés de recomeçar do zero para aprender essa nova forma de codificação, é possível uma transição suave. O código vai aos poucos ficando mais limpo e bem escrito, até chegar ao webstandards ideal.





slide


segue abaixo o áudio desta palestra, podendo ser tocado ao assistir os slides da palestra do link acima.

áudio da palestra

Fonte: usabilidoido.com.br


texto completo aqui.



Dicas de quanto cobrar por um site


E ai pessoal ;)

hoje irei aqui mostrar a vocês o que o povo da área de TI, mais especificadamente, programação de websites fala sobre valores de seus projetos. Como realmente devem ser cobrados nossos trabalhos, por que uns são tão caros e outros tão baratos. Espero que tenham uma boa leitura, erros de diagramação e escrita serão normais nos textos abaixo pois simplesmente copiei de fóruns ( baboo, clubedohardware, blogs, etc...), e repassei aqui.

Qualquer dúvida entrem em contato ou deixem seu comentário.




Na boa, fazer um site por R$ 300 é desperdício de tempo, ainda mais se o projeto for complicado, ter um site em html puro está fora de questão, onde ja se viu um site de respeito hoje em dia em puro HTML, se esses caras tão fazendo tão barato é porque falta qualidade ou funcionalidade, isso banaliza o mercado, pq projetos de informática não são feitos em série embora hoje em dia muito código possa ser reutilizado ainda assim nem tudo pode ser copiado, vc pode tentar descobrir alguns clientes ou sites que esses caras fizeram e verificar se existe alguma "SEMELHANÇA" entre eles, caso haja monta um novo slogan pra vc "WEB DESIGN - Crio projetos com a cara da sua empresa" e lembre-se sempre de retesar o seguinte: Cobro mais porém meu serviço é diferenciado.....

Como vc mesmo disse fazer um site todo em flash leva tempo então pra economizar tempo muita gente copia e cola códigos e animações pra poder ganhar uma grana fácil...



Bem, da mesma forma que fazia serviços de manutenção, também fazia esse tipo de serviço, e tem alguns anos (desde 2004) que desisti, os sobrinhos tomaram conta, mas o que posso dizer é que não desanime, mostre que qualidade não sai barata assim.
Em contra-partida tente agregar mais valor ao seu produto ou então cortar custos de produção para poder competir em preço também.


Hoje em dia estou fazendo assim, peço um valor X (conforme o projeto) se o cliente disser que tem fulano que faz por Y eu falo "Ok, até a proxima então."
Deixo meu cartão e volto para casa, até por isso minha frase inicial, não mexo no teclado se não dor pelo que pedi. Arrogancia? Não, simplesmente não estou afim de ter dor de cabeças por pouca coisa.
Abraços e sucesso.



Tudo o que vocês falaram está corretíssimo. Eu assino embaixo, mas quando você estuda se prepara, lê muitos artigos, procura aprender cada vez mais, faz o seu melhor, oferece o que há de melhor em programação, em design, em atendimento, enfim, em tudo, só que o que os clientes querem é preço baixo, se vai ficar bom, se é a melhor plataforma, se é a melhor hospedagem, enfim se tudo é do bom e do melhor, mas é mais caro eles não querem. Se a coisa funciona é o que importa. Eu já discuti com alguns clientes sobre isso, tenho clientes que gostam do meu trabalho e mesmo sabendo que cobro mais ainda me procuram pois sabem que vou atendê-los bem, mas uma grande maioria de empresários estão mais preocupados com valores do que com qualidade.

Esses caras que eu falei que cobram pouco estão atendendo agências de comunicação, onde a agência faz o lay-out e os caras a programação, por mais facilidade que se consiga ao ter um layout pronto isto não justifica a cobrança de programação em trezentos pilas. Eu pedi uma programação para uma ferramenta para um site e o programador me pediu R$ 900,00, achei bom o preço, afinal nada mais justo do que um cara que passa horas programando e dando o melhor de si para fazer algo bem feito, tenha uma boa remuneração. Eu trabalho por conta também, mas se eu começar a trabalhar por produção, vai ser bom no final do mês, pois vai entrar um bom dinheiro, mas daí vou esquecer a minha família e virar escravo do trabalho. Já tá assim imagine fazendo isso.

Eu fico triste porque muitas pessoas, não vou dizer profissionais, não levam a sério o que fazem, muito menos o que os outros fazem, estão preocupados e ganhar o seu e dane-se o resto. A isto chama-se prostituir o mercado, vamos começar a abrir as pernas por qualquer trocado.
Tô indignado, desculpem o desabafo.
Lehí



Apenas uma dica, escolha o cliente, e não deixe o cliente escolher você !


Mostre a diferença entre os seus sites e os dos outros.


OBS: Existe um amplo espaço para sites de baixo custo feitos em HTML, e é isso que muitas pessoas procuram, ai para ganhar dinheiro você tem que aprender a usar a cuca, lembre que mesmo que o site saia barata o cliente sempre irá precisar de atualizações !


Isso se chama mercado capitalista !



O problema é que o cliente não entende bulhuvas do que você faz, e não adianta ficar explicando como funciona, ele terá que aprender com o tempo.


Muitos clientes tem que receber uma página simples e com o tempo ela irá ficar cada vez mais sofisticadas !


Não tente vender algo SURPREENDENTE com alta qualidade de cara se o cliente não sabe valoriza isso, vá com calma e ganhe a confiança dele.


O principal em uma empresa é nunca perder o cliente, se os outros fazem um site simples por R$300,00 reais, faça também, mais um site compatível com o preço.


Eu acho que você está tentando vender uma limusine para um cara que quer um carro popular !


hihihihi



Acho que está havendo uma banalização do mercado, tudo bem, se o cliente quer pagar pouco vai ter um lixo de site depois, acho que deve-se tentar conscientizar o cliente do real valor de um projeto de software ou um site ou qualquer outra coisa que se venda, se por acaso nós os acostumarmos a ter algo barato (mesmo sendo uma porcaria) vamos ter que cada vez mais vender nossos serviços barato, cada vez mais os clientes esperarão muito pagando pouco, "Vc ta cobrando X pra atualizar meu site mas cobrou só Y pra fazê-lo", Ter diferencial é importante, eu insisto que temos de mostrar que nosso serviço é bom e o preço compensa, empresas de respeito jamais vão optar por algo barato em troca de algo seguro........



Sabemos após desenvolver um site nos 3 meses seguintes o cliente sempre pede algumas alterações, o que a maioriar faz de GRAÇA, então, ao invés de você cobrar R$800 reais pelo site em média, você não cobra dele apenas R$ 45 reais ?


Mas como cobrar apenas R$ 45,00 reais !!!


Peque o valor de R$800,00 reais divida por 24 meses (2 anos), vai dar R$33.33 reais por mês, adicione a esse valor a mensalidade de uma hospedagem de site que pode variar algo em torno de R$10,00 a R$15.00 reais, faça um contrato com o cliente anual, com uma clausula que se ele reincidir o contrato antes dos 6 primeiros meses ele tem que um valor estipulado pelo site.


Quais as fantagens de se trabalhar com esse modelo.


Digamos que uma única pessoa consiga fazer um site por semana, são 4 sites por mês em 10 meses ele terá 40 clientes, e ganhará nada mais nada menos que R$33.33 * 40 = R$ 1.333,00 reais, veja bem !


Outro fator importante é que vcê recebe fixo, caso o cliente não pague você tira o site dele fora do ar ! O que diminuirá a inadimplência, para o sistema de cobrança faça o cliente ir em um site seu e imprimir um boleto para pagar no banco.


Caso você fique um mês inteiro sem vender nada você ainda irá receber os R$ 1333.00 reais todo mês !


Cada venda que você faz um novo site você irá aumentar a sua renda !


Agora imagine depois de 5 anos fazendo isso, você já terá uma empresa com equipamento de última geração, uns 5 funcionários e SERVIDOR PRÓPRIO o que irá aumentar mais ainda a sua renda !


Se você for esperto o bastante conseguirá montar uma equipe de venda em todo o Brasil sem gastar um centavo !


Para fazer a venda para o cliente, explique para ele que você está fazendo o valor do site dividído por 2 anos, e que daqui a dois anos o site dele estára ultrapassado, o que não acontrecerá se ele for seu cliente, porque todo mês você poderá atualizar o site dele !


Vejam só....



Analizando a questão em si. valores dependem de:


conteúdo

programação

design

horas trabalhadas

tamanho do projeto

complexidade

região geográfica do país

seu conhecimento

e claro ter sua estratégia de venda para ter uma melhor rentabilidade, não apenas fazer vender e pronto foi mais um cliente satisfeito. Quando venderem um site, procurem reter este cliente a você durante um período o qual ganhe por mensalidades além é claro do valor único de venda.

21/06/2009

Vetores e Bitmaps

Olá a todos, alguns ainda não tem noção da diferença absoluta entre vetores e bitmaps. Pois bem em todo ambiente na parte da informática tanto um quanto o outro é bem utilizado, não posso dizer-lhes que um é melhor que outro por que ambos possuem vantagens e desvantagens. espero que entendam lendo essa matéria completa.





Vetores



Os vetores ou gráficos vetoriais são desenhados na tela a partir de cálculos matemáticos que descrevem segmentos geométricos em linhas ou curvas. A principal vantagem desta característica está no fato de que as propriedades na imagem não perdem qualidade quando níveis altos de ampliação são aplicados. Se uma imagem vetorial á aumentada ou sua visualização é aproximada, sua aparência não se altera, significando uma grande versatilidade na confecção de impressos de grandes tamanhos, como cartazes, banners e outdoors. Ao aumentar as dimensões da imagem, os cálculos matemáticos são refeitos e aplicados automaticamente pelo programa, assegurando a nitidez dos traçados e de suas linhas de composição.



A desvantagem de uma imagem do tipo vetor é sua limitação em sição de traçados geométricos, essas imagens não possuem as propriedades necessárias para a apresentação dos elementos visuais necessários para a composição de uma fotografia. Vetores não são digitalizados e sim traçados.


Bitmaps



Bitmaps ou mapas de bits são imagens formadas pela junção de pequenos pontos coloridos, denominados pixels. A composição ordenada dos pontos forma, então uma imagem fotográfica. A desvantagem desse tipo de imagem esta no fato da iminente perda de qualidade quando é hiper dimensionada. No jargão da informática, quando uma imagem bitmap apresenta-se com perda de qualidade devido ao excessivo aumento de tamanho, é comum usar a expressão pixels estourados.



Em fotografias em preto-e-branco, curiosamente os pixels também são coloridos, porém apenas em tonalidades da escala de cinza, ou seja, a partir do preto – ausência total de cor – até o gradativo clareamento – tons cinzas.
Para evitar perda representativa de qualidade ao aumentar o tamanho de uma imagem bitmap, é necessário que a mesma seja digitalizada em alta resolução. Quanto maior a resolução, maior será o número de pixels da imagem. Ao contrário das imagens vetoriais, não existem cálculos matemáticos para reformular a disposição dos pixels quando a imagem é redimensionada.


Fonte: Treinamento prático em coreldraw - eduardo moraz.



10/06/2009

Resolução de imagens

Resolução

Embora em trabalhos usuais não seja necessário o conhecimento prévio de todos os atributos referentes à resolução, tais aspectos podem ser providenciais em caso de falhas de construção na imagem ou erros visíveis detectados em trabalhos impressos.



A resolução é a propriedade responsável pela nitidez da exibição em tela ou impressão. As propriedades de resolução, relativas principalmente à qualidade de exibição de imagens no formato bitmap, são:

Resolução de imagem: a resolução de imagem está relacionada ao espaçamento dos seus pixels. Estes formam blocos de cor e suas respectivas tonalidades são alteráveis de acordo com o número desses elementos por polegada. Como exemplo, a afirmação de que uma imagem apresenta a resolução de 96 PPI significa a quantidade de 9216 pixels por polegada quadrada, ou seja, 96 pixels de altura por 96 pixels de largura;

Resolução de bits: também chamada definição de pixel, compõe-se da medida do número de bits de informação armazenados por pixel. Quanto maior a definição de pixel, maior a variedade decores a ser aplicada à imagem. Os valores mais comuns variam entre 1 e 24 bits. A resolução em bits é determinada quando o usuário escolhe o modelo de cor a ser aplicado;

Linhas de retícula: são referentes ao número de células por polegada na retícula utilizada para a impressão de uma imagem em escala de cinza, ou uma separação de cores. A unidade de medida utilizada para definir as linhas de retícula são atributos diretamente ligados à impressão da imagem, pois seus detalhes são provenientes do resultado da combinação da resolução de retícula;

Resolução de saída: relacionada ao número de pontos por polegada. Quanto maior a quantidade de pontos por polegada gerada por uma impressora ou um plotter, maior será a qualidade de impressão.